Fofinho, magrinho, alto, baixo, de penas, de espuma… Há uma variedade imensa. Mas existe aquele feito sob medida para cada um de nós. O mesmo que nos acolhe à noite é, também, o que nos convida para ficar mais cinco minutos de manhã. Ele nos quer. Sua textura e seu cheiro são convidativos. Um bom travesseiro é mesmo irresistível. Eu diria até que ele é poderoso.
O travesseiro tem o poder de nos oferecer aconchego e conforto suficientes para nos levar às mais profundas reflexões. Ele nos auxilia na tomada das mais importantes decisões. Nosso travesseiro tem o privilégio de nos ter inteiramente. Não há interferências externas quando nos unimos a ele em busca do sono. Ele ameniza dores, enxuga lágrimas, consola. Não pode dar conselhos, mas nos oferece condições de pensar confortavelmente. E isso faz toda a diferença.
O travesseiro nos acomoda, nos abraça, nos recebe. Quando ninguém mais nos parece disponível, ele está bem ali à nossa espera. Tal qual velho amigo, o travesseiro guarda consigo nossas memórias e recordações. Cabe a nós fazer com que sejam boas. Que possamos oferecer aos nossos travesseiros boas lembranças do dia que passou. Que cada dia mereça ser relembrado antes do sono. E que isso se reflita madrugada adentro em nosso descanso. Que o sono possa ser reconfortante a ponto de nos fazer desejar mais cinco minutos de manhã, mas, ao mesmo tempo, oferecer-nos a energia necessária para mais um bom dia.
E que possamos, acima de tudo, ter na vida alguns amigos (em carne e osso) do jeitinho de nosso travesseiro. Amigos que nos acomodem com aconchego e que sejam sábios o suficiente para nos levar a pensar antes de dar qualquer conselho. Amigos que enxuguem nosso pranto, que nos consolem e que estejam logo ali quando mais precisarmos.
Amigos, esses, que tenham o privilégio de passar um tempo conosco sem interferências externas, que nos enxerguem alma adentro. Amigos com os quais possamos recordar (e viver) bons momentos a cada dia. Enfim, que nossos amigos possam compartilhar aquilo que os travesseiros já compartilham: nossas memórias, nossos sonhos mais íntimos, nosso ser.
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